a tentar provocá-la para me deixar ir na corrente..
7.08.2011
6.29.2011
6.15.2011
há pessoas que querem pagar para morrer. eu não as percebo. não percebo como é que alguém pode chegar ao ponto em que não tenha ninguém para lhe dar um abraço e dizer que vai ficar tudo bem. eu tenho. essas pessoas não, e é triste. mais, não percebo porque simplesmente não se suicidam. pelo menos não teriam de esperar pela aprovação de nenhum lei ou regra social para o poderem fazer. às vezes a vida fica escura. é provavel que essas pessoas não consigam ver a luz. não significa que ela não exista. ela existe. a minha luz, intermitente é certo, anda sempre por aqui. no sol. no abraço. no ganir. na mensagem. todos deveriam encontrar essa luz e não precisarem de pensar em mais nada.
5.30.2011
5.18.2011
5.02.2011
4.12.2011
3.29.2011
3.14.2011
2.10.2011
12.28.2010
12.17.2010
10.25.2010
10.24.2010
9.23.2010
8.30.2010
8.13.2010
coisas que me irritam VII
o país e os seus gastarem dinheiro em submarinos quando o que o país precisava neste momento era de mais meios de combate a incêndios e recompensas para os bombeiros voluntários... mas não, bora "investir" em submarinos... enfim
7.01.2010
coisas que me irritam VI [ou melhor reparo]
não hoje não estou particularmente irritada, é só um reparo:
isto do acordo ortográfico, nem sei de quando data. só sei que fico confusa e portanto escrevo à moda antiga. não sei até que ponto uma língua deve evoluir (ato? teto?).. é que não sei mesmo.
isto do acordo ortográfico, nem sei de quando data. só sei que fico confusa e portanto escrevo à moda antiga. não sei até que ponto uma língua deve evoluir (ato? teto?).. é que não sei mesmo.
coisas que me irritam V
não ter adorado como a maioria das pessoas, lost in translation, de sofia coppola. pois eu bem queria, vi-o no ano passado e nada. toda contente à espera de emoções e nada. agora surge um novo: somewhere. vou tentar gostar. talvez seja completamente insensível ao género..
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